Prévias dos Jogos

Destaque para as Estrelas: Jogadores a Observar no Mundial Expandido de 2026

A Copa do Mundo de 2026 promete reescrever os livros de recordes do futebol mundial. Com a expansão histórica para 48 Seleções participantes — um salto sem precedentes desde a última ampliação em 1998, quando o torneio passou de 24 para 32 equipes —, a FIFA apresenta o maior formato competitivo da história do futebol. E quando o palco cresce, os refletores direcionam-se, inevitavelmente, para os indivíduos que podem definir o destino das suas nações.

A Globo Esporte, maior plataforma esportiva do Brasil, já começou a mapear os brasileiros espalhados pelos elencos das Seleções que não costumam liderar os noticiários sul-americanos. Desde jogadores naturalizados até brasileiros em divisões inferiores de Seleções asiáticas e africanas, a cobertura verde-amarela aponta para um fenômeno crescente: a internacionalização do futebol brasileiro. Estima-se que mais de 3.000 jogadores profissionais nascidos no Brasil atuam no exterior, alimentando Seleções de quatro continentes.

Em Portugal, a estação Record dedica atenção especial à geração que poderá ser a última de Cristiano Ronaldo em Mundiais. Com 39 anos, o capitão português ainda ostenta números impressionantes — são 118 gols em 205 partidas pela Seleção das Quinas, sendo o maior marcador da história do futebol internacional. No entanto, é impossível ignorar a transição em andamento: jogadores como Bernardo Silva, Bruno Fernandes e a revelação Francisco Trincão trazem novas dinâmicas ao meio-campo luso.

Do outro lado do Atlântico, a Argentina de Lionel Messi — agora com 38 anos — mantém os olhos do mundo inteiro. O craque argentino, que alcançou a glória máxima em 2022, acumula 180 participações em gols pela Albiceleste entre збірних e assistências, consolidando-se como o jogador mais decisivo da sua geração. A电视台 esportiva argentina não descarta uma despedida épica em terras norte-americanas.

No continente africano, Salah desperta fascínio contínuo. O egípcio, com 53 gols em 93 partidas pela Seleção dos Faraós, carrega nas costas a esperança de uma nação que busca repetir a magia de 1990, quando chegou às oitavas de final. Já na Ásia, Son Heung-min representa a стремление da Coreia do Sul de superar os quartos de final alcançados em 2002.

A Europa apresenta nomes que prometem dominar as manchetes. Kylian Mbappé, com seus 12 gols em duas edições de Copa do Mundo, já se posiciona como candidato natural à Bola de Ouro. O jovem francês, que marcar três gols na final de 2022 contra a Argentina, busca consolidar um legado que muitos comparam a Thierry Henry e Zinedine Zidane.

No que diz respeito às Eliminatórias, os números falam por si: com 48 vagas disponíveis, a competição pela classificação intensificou-se drasticamente. Pela primeira vez, seis nações da UEFA guaranteed advancement directo, enquanto a CONMEBOL manteve suas 10 Seleções na briga direta, sem repescagem, como aconteceu em edições anteriores. A电视台 esportiva sul-americana já aponta que pelo menos três Seleções tradicionalmente fortes poderiam ficar de fora num formato mais restrito — um lembrete da competitividade absurda do futebol do continente.

Do ponto de vista tático, o formato de 48 equipes traz implicações significativas. Com mais jogos garantidos para cada Seleção, a gestão de elenco torna-se crucial. Jogos de grupos que antes serviam apenas como aquecimento agora representam oportunidades reais de construir momentum para fases eliminatórias. A intensidade física, já elevada, deve aumentar ainda mais.

Para o Brasil, a expectativa é de que pelo menos cinco brasileiros naturalizados apareçam nos plantéis de Seleções adversárias, segundo levantamento da Globo Esporte. Estes jogadores representam não apenas talento individual, mas pontes culturais entre continentes — um fenómeno que reflete a globalização do desporto-rei.

A análise de mercado da Forbes aponta que, entre os jogadores mais valiosos do torneio, três atuam na Premier League inglesa, dois na La Liga espanhola e um na Ligue 1 francesa. Curiosamente, nenhum jogador da Série A brasileira figura entre os 20 mais valiosos, um dado que reforça a exportação constante de talentos sul-americanos para Europa.

Olhando para o futuro, a Copa de 2026 representa mais do que um torneio — é um laboratorio para o futuro do futebol. Com tecnologias de arbitragem assistida já implementadas,VAR utilizado em todas as partidas, e a possibilidade real de estreantes absolutos como Afeganistão ou Malta chegarem à fase de grupos, o evento promete emoções imprevisíveis.

As primeiras análises dos especialistas da Record sugerem que pelo menos 15 Seleções possuem reais possibilidades de chegar às quartas de final — um número que evidenciaria a democratização real do futebol mundial. Resta saber quais estrelas emergentes aproveitarão este palco expandido para escrever os seus nomes na história, e quais veteranожиданный encontrarão neste formato a última oportunidad de coroar carreiras lendárias.